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devaneio

Estou a horas tentando encontrar alguma dádiva que possa ser comparada à minha dama.
Alguma estrela mais brilhante que o sol para ilustrar o brilho que teu olhar irradia,
E gosto mais doce que do beija-flor, que já tocou os lábios de todas as flores da primavera, para descrever o quão doces são teus lábios.
Talvez deva desistir.
Eu, pobre poeta sem palavras, frustrada por não encontrar tamanha beleza em outro lugar.

Comentários

  1. nossa,isso fico muito bom!é dificil dizer algo quando não se tem nada a dizer,nada pra descrever.otimo! e eu to sem atualizar porquee..não consigo escrever comercialmente,e estou tentando evitar minhas dores,colocar outras coisas por cima delas e nao pensar nisso.mass como diz drummond,logo eu separo uma hora e coloco o choro em dia.

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  2. Cara Vivian!
    Descobri seu blog através do histórico de um computadorzinho mequetrefe de uma universidade. E, quando vejo, me deparo com uma sensacional escritora _de quase todos os gêneros literários_, cheia de sentimentalismo e coerência.

    Resultado: virei seguidor do seu blog prevendo um futuro de fã incondicional de textos tão repletos de vida.

    Continue assim, minha cara.

    E a senhora, sabe que é deusa?


    Abraços,

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  3. quanta babação de ovo...

    poetinha mequetrefe vc...

    usa tantas "imagens" lugares comuns...

    só podia ser discipula de platão mesmo, aquele filosofo de quinta categoria

    ja leu Nietzsche, filha?

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  4. Ficou muito bom, adorei.
    E esse povinho que tem inveja é foda, né? ._.'
    beijos

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  5. Heeeey...

    Amando gata? rs...

    Cara tu escreve bem...
    Parabéns!!!!!!

    Vou estar sempre por aqui agora!!!
    ;D

    To com saudade!!!!!

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it's life, dudge

O filme acabou. Apagaram-se as luzes e a modelo desceu da passarela. Terminou o livro. As cortinas vermelhas se fecharam. A chuva passou, a música nova parou de tocar. O almoço foi retirado, mas tudo bem. Já comi bastante, matei minha fome. A última balinha de goma já foi digerida e a última bolacha do pacote virou migalha por aí, não gosto de doces. As portas da casa noturna se fecharam com medo do dia, os cigarros estão em pontas, o copo metade vazio. O texto se tornou um ponto final, a luta acabou em nocaute ainda nos dois minutos. O palhaço cessou o sorriso e lavou o rosto em sua casa de papelão. O trem passou e se foi, o despertador tocou mais de sete vezes. Cara, acabou a luz! Foi-se a monarquia.

minha

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